Proposta de exercícios da disciplina de Química Orgânica para o fortalecimento da aprendizagem da nomenclatura de álcoois nos estudantes ISCED-Huambo
DOI:
https://doi.org/10.54580/R0101.06Palavras-chave:
Química orgânica, Álcoois, regras IUPAC, Processo de ensino- aprendizagemResumo
Ensinar química orgânica não é uma tarefa fácil, pois não se trata apenas de transmitir informações a respeito de um determinado assunto ou simplesmente passar regras de nomenclatura ou classificação; é necessário que o aluno veja a importância daquilo que esta sendo ensinado, entretanto é necessário ensinar para a vida, pois isso torna o ensino mais dinâmico. O objectivo do presente trabalho é propor um sistema de exercícios de nomenclatura de álcoois de maneiras a contribuir para o melhoramento do processo de ensino – aprendizagem da química orgânica nos estudantes do ISCED-Huambo. Os métodos empregados foram análise documental e o histórico lógico. Os resultados mostram um sistema de exercícios de nomenclatura de álcoois encaminhada ao fortalecimento das habilidades de classificar, nomear e formular, que implicam o conhecimento do estudante das regras de nomenclatura IUPAC. Desenvolvem-se passos metodológicos em exercícios resolvidos e se propõem outro conjunto de exercícios de maneira de contribuir com o fortalecimento da aprendizagem das regras IUPAC nos álcoois. A proposta é desenvolvida pela extraordinária importância que têm os álcoois no campo da disciplina de química orgânica e os usos como solventes, medicamentos e combustíveis.
Downloads
Referências
ALCATRÃO, I. (1996). Formação Reflexiva de Professores-estratégias de supervisão. Porto: Porto Editora.
AVANCINI, M. (Outubro de 2009). Raio x para novas praticas. Obtido em 30 de Julho de 2018, de WWW.revista educação.com br.
BERTRAN, N. O., & CISCATO, C. A. (1998). Quimica. 2ed. São Paulo: Cortez.
BERTRAND, Y. (2001). Teorias Contemporanias Da educacao. 2 ed. Lisboa: : Instituto Piaget.
CAMPOS, L. s., & MOURATO, M. (2002). Nomerncatuira dos Compostos Organicos. Lisboa: Escolar Editora.
CURY, A. J. (2003). Pais Brilhantes Professores Fascinantes: A Educação Inteligente; Formando Jovens Educadores e Felises . Rio de Janeiro: Sextante.
DELIZOICOV, D., & ANGOTTI, J. A. (1992). Metodologia do Ensino deCiencias. 2 ed. São Paulo: Cortez.
FREIRE, P. (1996). Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários a Pratica Educativa . São Paulo: Paz e Terra.
GIL, A. C. (1989). Métodos e Técnicas de Pesquisa Social (2 ed.). São Paulo: Atlas S.A.
GIORDAN, M. (1992). Quimica Nova na Escola. O papel da Experimentação no Ensino de Ciencias, 43-49.
GUERRA, M. D. (1995). Reflexões sobre um processo vivido em estágio supervisionado. In Dos limites as possibilidades.
ISCED-HUAMBO. (2017). Regulamento do estagio de licenciatura. Huambo: DPP.
LAKATOS, E. M., & MARCONI, M. d. (2003). Fundamentos de metodologia científica (5ª ed.). São Paulo: ATLAS S.A.
PIMENTA, C. G., & LIMA, M. S. (2004). Estágio e Docência. São Paulo: Cortez.
SIMÕES NETO, J. E. (2009). Química Orgânica. 2 ed. Recife: Edição Propria.
USBERCO, J., & SALVADOR, E. (2002). Química - Volume Único. São paulo: Saraiva.
USBERCO, J., & SALVADOR, E. (2002). Química-Volume Único. São paulo: Saraiva.
Downloads
Publicado
Edição
Secção
Licença

Este trabalho encontra-se publicado com a Licença Internacional Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0.
























