Qualidade de vida e adoecimento docente durante a pandemia da COVID-19

Autores

DOI:

https://doi.org/10.54580/R0702.10

Palavras-chave:

Adoecimento , Docente, COVID-19, Qualidade de vida, Pandemia

Resumo

O presente estudo analisou a qualidade de vida (QV) e o adoecimento (físico e mental) de docentes que atuaram na linha de frente contra a pandemia da COVID-19 no Hospital Geral de Vitória da Conquista, Bahia, Brasil. Tratou-se de um estudo qualitativo e quantitativo, aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa da Universidade do Estado da Bahia, parecer nº. 5.306.315. Da amostra de 19 participantes, na parte qualitativa, por saturação, obteve-se oito participantes. Na coleta de dados foi utilizado o questionário sociodemográfico, instrumento Whoqol-Bref e para a entrevista utilizou-se um roteiro semiestruturado. Assim, prevaleceram docentes: com faixa etária de 40 a 49 anos; do sexo feminino; casados(as); formadas em medicina, possuíam residência e mestrado; e trabalhavam mais que 60 horas semanais. A maioria dos participantes classificou sua QV no período da pandemia da COVID-19 como ruim. O domínio físico foi o de menor escore e relações sociais o maior escore. Além disso, os participantes relataram alguns motivos que pioravam a QV e poderiam provocar o adoecimento, como por exemplo: sobrecarga no trabalho; falta de lazer; falta de atividade física; poucas horas de sono; isolamento social; medo de se contaminar com o vírus e transmiti-lo; dificuldade de ministrar aulas de modo remoto; desinteresse e dificuldade de acesso; plantões exaustivos; dentre outros. Constatou-se que a maioria dos participantes se sentiam ansiosos, preocupados e mesmo não sendo diagnosticados, tiveram algum sintoma de ordem física ou mental que pudesse deteriorar a saúde e levar ao adoecimento.

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Biografias do Autor

  • Camila Melo Borba, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia-UESB

    Enfermeira. Mestre em Educação. Enfermeira no Hospital Geral de Vitória da Conquista - Terapia Intensiva, e docente do curso do curso de enfermagem do Centro Universitário de Excelência (UNEX). 

  • Patricia Magalhaes Teixeira, UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA

    Pedagoga. Mestre em Intervenção Educativa e Social. Doutoranda em Educação. Coordenadora Pedagógica no Colégio Estadual de Tempo Integral Petronílio Silva Prado. E-mail: patriciateixeiram@outlook.com.

  • Claudio Bispo de Almeida, Universidade do Estado da Bahia-UNEB

    Profissional de Educação Física. licenciado em Ciências Biológicas. Doutor em Ciências da Saúde. Docente na Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Docente no Programa de Pós-Graduação em Ensino, Linguagem e Sociedade (PPGELS/UNEB). 

  • Berta Leni Costa Cardoso, Universidade do Estado da Bahia-UNEB

    Profissional de Educação Física. Pedagoga. Doutora em Educação Física. Docente na Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Docente no Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGED/UESB) e Programa de Pós-Graduação em Educação e Formação Docente (PPGEduF/UNEB). 

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Publicado

2025-12-08

Como Citar

Borba, C. M. ., Teixeira, P. M., Almeida, C. B. de ., & Cardoso, B. L. C. (2025). Qualidade de vida e adoecimento docente durante a pandemia da COVID-19. Revista Angolana De Ciencias, 7(2), e070210. https://doi.org/10.54580/R0702.10

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