RAC: Revista Angolana de Ciências http://publicacoes.scientia.co.ao/ojs2/index.php/rac RAC: Revista Angolana da Ciências; Revista Angolana de Ciências; Revistas Científicas Angolanas; Ciência Aberta em Angola. Associação Multidisciplinar de Investigação Científica pt-PT RAC: Revista Angolana de Ciências 2664-259X Editorial: Sistema de clasificación de revistas e investigadores: ideas iniciales para Angola http://publicacoes.scientia.co.ao/ojs2/index.php/rac/article/view/356 <p>See PDF</p> Wileidys Artigas Direitos de Autor (c) 2023 Wileidys Artigas https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2023-01-15 2023-01-15 5 1 e050100 e050100 10.54580/R0501.00 Democracia e a Agenda de Desenvolvimento 2063 em África. Do passado ao futuro http://publicacoes.scientia.co.ao/ojs2/index.php/rac/article/view/256 <p>A democracia e o desenvolvimento são dois conceitos e processos interligados, sobretudo, desde o advento do neo-liberalismo em finais da década de 1980. A nível do continente africano, a adopção de um modelo de desenvolvimento económico e de um sistema de governo assentes no neo-liberalismo não resultou de uma livre escolha da maioria das <em>entourages</em> políticas locais adeptas do modelo socialista e de regimes de partido único, mas sim de <em>diktats</em> de uma conjuntura pós-Guerra Fria em que dominava o neo-liberalismo institucional e estatal, com realce para o Banco Mundial (BM) e Fundo Monetário Internacional (FMI) e de Estados do Norte Global. Como resultado disto, muitos Estados africanos viram-se impelidos a realizar reformas e aberturas às pressas contrárias as suas preferências por esquemas que lhes garantissem a sobrevivência dos seus regimes, o desenvolvimento de matriz local, a integridade territorial e a possibilidade de maturar processos democráticos internos e de uma classe burguesa local que sustentassem, depois, quer a democracia liberal, quer a economia de mercado. O fracasso das aberturas operadas naquele contexto levou a tomada de decisões colectivas no seio da Organização de Unidade Africana/União Africana (OUA/UA), com vista a relançar um modelo de desenvolvimento assente na realidade local, cuja Agenda 2063 da UA aparece como uma resposta a este desafio. Portanto, com este artigo, trago à reflexão, através do método histórico e da contextualização, alguns elementos que permitem compreender a tentativa de passagem para um modelo de desenvolvimento local guiado pelos africanos, em meio a dificuldades de processos de integração continental, de transição geracional, num continente onde metade da população tem idades inferiores aos 25 anos, mas a gerontocracia parece não interessada a ceder o poder.</p> <p>&nbsp;</p> Issau Agostinho Direitos de Autor (c) 2023 Issau Agostinho https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2023-01-15 2023-01-15 5 1 e050101 e050101 10.54580/R0501.01 La complejidad como necesidad transparadigmática para la concepción de los imaginarios sociales en Venezuela http://publicacoes.scientia.co.ao/ojs2/index.php/rac/article/view/263 <p>Com o uso do transmétodo hermenêutica abrangente, ecosófica e diatópica. A investigação apresentada teve o complexo objetivo de analisar a complexidade como necessidade transparadigmática dos imaginários sociais na Venezuela; Esta foi enquadrada na linha de pesquisa educabilidade-educação universitária municipalizada-imaginários sociais complexos no âmbito do Doutorado em Ciências da Educação realizado na Universidade Latino-Americana e do Caribe, Venezuela. A crise com os velhos vícios da educação tradicional imposta à Educação Municipalizada nos levou a quebrar paradigmas, e assim a complexidade nos permitiu abordar novas formas de aprender a partir do pensamento complexo. Trata-se de imaginários sociais complexos, ricos em valor e amor, onde seu grande valor pode ser recuperado dentro de si, com sua cultura e por comunidades desprotegidas.</p> Mireya Mirabal Rodríguez Direitos de Autor (c) 2023 Mireya Mirabal Rodríguez https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2023-01-29 2023-01-29 5 1 e050102 e050102 10.54580/R0501.02 Pandemia da COVID-19 e a Confiança dos Munícipes da Cidade do Huambo para o Enfrentamento da Doença. http://publicacoes.scientia.co.ao/ojs2/index.php/rac/article/view/272 <p>O mundo está a conviver com a pandemia da <em>COVID-19</em>, marcada de avanços, recuos e incertezas associadas ao descaso de informações, <em>fake news</em> e negacionismo da doença, por isso, é importante que a entidade que informa a população goze da confiança desta. Assim, a investigação propõe-se a analisar o grau de confiança que a população possui nas diferentes entidades que informam a sociedade angolana. Com recurso a aplicação de um inquérito por questionário numa amostra de n = 289 pessoas; a análise envolveu estatística descritiva univariada e bivariada (cruzamento de variáveis). Os resultados apontam que a população confia mais na informação da <em>COVID-19</em> que vem dos médicos 60,9%, cientistas 30,1%, jornalistas 25,4% e líderes religioso 22,9; a população tem pouca confiança na informação que vem dos políticos, apenas 6% da amostra confia nesta classe e infere-se como principais razões, a politização da pandemia, os discursos incoerentes e a diabolização da pandemia. Esta investigação pode sugerir aos decisores políticos que tracem estratégias para informar a população envolvendo activamente as entidades que gozam de maior credibilidade diante população.&nbsp; &nbsp;</p> Adelino Sakata Morais Anil Miguel Vila Paula Margareth Lundungo Ferreira Direitos de Autor (c) 2023 Adelino Sakata Morais, Anil Miguel Vila, Paula Margareth Lundungo Ferreira https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2023-01-29 2023-01-29 5 1 e050103 e050103 10.54580/R0501.03